Oração Dominical – 356

Harpa Cristã

Ó nosso Pai que estás no céu,
Do universo o benfeitor;
Santificado seja o nome Teu,
O glorioso Deus de amor!

O reino Teu, venha com poder,
Conforme o anúncio Teu;
E seja feito sempre Teu querer,
Na terra, como lá no céu.

E cada dia o nosso pão,
Dá-nos Senhor, e sem faltar;
E nossas almas que sedentas estão,
Vem para sempre saciar.

Vem perdoar nossas faltas, vem,
Pai glorioso eterna!;
Pois perdoado temos nós, também,
Os que a nós fizeram mal.

Da tentação queiras nos livrar,
E do mal nos afastar bem,
Pois Te pertence o céu, a terra e o mar.
O reino para sempre, amém!

Autor ou Tradutor: D.L Domingos Lins
*** Pode ser que tenha outro co-autor

Quem escreveu o hino 356 da Harpa?

O hino 356 da harpa é atribuído a D.L – Domingos Lins, autor ligado à tradição evangélica brasileira.

Domingos Lins contribuiu com hinos que refletem forte base bíblica e caráter devocional, especialmente voltados à oração, comunhão com Deus e vida espiritual.

Suas composições se destacam por transmitir ensinamentos profundos de forma simples e acessível à igreja. Em algumas edições do hinário, há indicação de possível coautoria.

Significado do hino Oração Dominical

O hino “Oração Dominical” é uma adaptação poética da oração ensinada por Jesus, conhecida como Pai Nosso, sendo um dos modelos mais completos de oração na Bíblia.

Logo no início, o hino reconhece a santidade e a soberania de Deus:

“Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome.” (Mateus 6:9)

O hino também oferece forte ênfase ao desejo pela manifestação do Reino de Deus e pelo cumprimento da sua vontade:

“Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade.” (Mateus 6:10)

Um outro muito importante é a dependência diária de Deus, tanto no aspecto físico quanto espiritual:

“O pão nosso de cada dia dá-nos hoje.” (Mateus 6:11)

O hino de fato, fala sobre o perdão, mostrando que o cristão deve tanto receber quanto liberar perdão:

“Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos.” (Mateus 6:12)

Além disso, a canção destaca a necessidade de proteção espiritual contra o mal:

“Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.” (Mateus 6:13)

Por fim, o hino termina reconhecendo o poder e a autoridade de Deus sobre todas as coisas:

“Teu é o Reino, o poder e a glória para sempre.” (Mateus 6:13)

Sendo assim, o hino 356 ensina que a oração verdadeira envolve adoração, dependência, arrependimento e submissão à vontade de Deus, sendo um guia completo para a vida espiritual do cristão.

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