Hino 77 da Harpa Guarda o Contacto (Letra completa)

Harpa Cristã

Queres, neste mundo, ser um vencedor?
Queres tu cantar nas lutas e na dor?
Queres ser alegre, qual bom lutador?
Guarda o contacto com teu Salvador!

Guarda o contacto com teu Salvador,
E a nuvem do mal não te cobrirá;
Pela senda alegre, tu caminharás
Indo em contacto com teu Salvador.

Neste mundo, vivem muitos a penar,
Cujos corações transbordam de pesar;
Dá-lhes a mensagem de amor sem par;
Com Deus o contacto deves tu guardar!

Queres tu, com Deus, a comunhão obter?
Sua glória em ti sempre permanecer?
Que o mundo possa Cristo em ti ver!
Guarda o contacto co’o supremo Ser.

Deixa que o Espírito implante em teu ser,
O amor de Cristo, divinal prazer;
Queres, neste mundo, todo mal vencer?
Guarda o contacto e terás poder!

Autor ou Tradutor: P.L.M Paulo Leivas Macalão
*** Pode ser que tenha outro co-autor

Quem escreveu o Hino 77 da Harpa?

Na Harpa Cristã, a autoria do Hino 77 é atribuída a Paulo Leivas Macalão, sendo um dos principais responsáveis pela consolidação da Harpa Cristã no Brasil, atuando não apenas como compositor, mas também como organizador, tradutor e adaptador de hinos.

Em muitas de suas composições, Macalão priorizou a exortação espiritual prática. Guarda o Contacto reflete exatamente essa característica.

Significado do Hino Guarda o Contacto

O Hino 77 destaca uma verdade central das Escrituras, a vida cristã depende de comunhão constante com Deus. A expressão “guardar o contacto” aponta para a necessidade de manter uma relação viva por meio da oração, da vigilância espiritual e da confiança diária no Senhor.

A Bíblia ensina que o cristão deve perseverar na fé, orar continuamente e permanecer atento às armadilhas espirituais.

O hino traduz esses ensinamentos em linguagem simples e prática, mostrando que o afastamento da comunhão enfraquece a caminhada, enquanto a proximidade com Deus fortalece, orienta e sustenta.

Por isso, Guarda o Contacto continua atual e necessário. Ele lembra que a vitória espiritual não nasce da autossuficiência, mas da dependência diária do Senhor.

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