A Felicidade da Salvação – 351

Harpa Cristã

São felizes os que têm o alegre som
Da salvação real do nosso Deus.
Pois eles têm ouvido num suave tom,
A multidão que canta lá no céu.

Já os filhos de Deus bem alegres estão,
Porém no céu prazer melhor terão,
Os gozos do cristão, apenas gotas são
Do mar de bênçãos, em Sião!

Secam-se do mundo os mananciais por fim,
Deixando aqui somente sequidão,
Porém, as fontes divinais não são assim,
Pois sempre águas vivas manarão.

Paulo e Silas, eis que na cadeia estão,
No tronco têm seguros mãos e pés,
Mas sem se importarem, mesmo na prisão,
Entoam hinos ao Senhor, com fé!

Eis Estêvão numa grande exultação,
Embora às pedradas sucumbiu,
Porque do Espírito cheio teve a visão:
O Salvador à dextra de Deus, viu!

Muitos séculos têm-se passado já,
Depois que Estêvão, pela fé morreu,
Mas salvação igual Jesus ainda dá,
A todos crentes e fiéis em Deus.

Qual pombinho já em canto divinal,
Que louva: “Aleluia”, em nosso ser;
Se perguntares: “Onde apanharei igual?”
“No Gólgota” nós vamos responder.

Autor ou Tradutor: E.K Eufrosine Kastberg
*** Pode ser que tenha outro co-autor

Quem escreveu o hino 351 da harpa?

O hino “A Felicidade da Salvação” é atribuído a Eufrosine Kastberg, compositora de hinos cristãos conhecidos por enfatizar a alegria espiritual e a esperança na vida eterna.

Suas composições refletem uma fé profunda e uma visão voltada para a eternidade, destacando a paz e a felicidade que somente a salvação em Cristo pode oferecer.

Mesmo com poucas informações biográficas disponíveis, seu legado permanece vivo através dos hinos que continuam sendo cantados nas igrejas.

Significado do hino A Felicidade da Salvação

O hino “A Felicidade da Salvação” destaca que a verdadeira alegria do crente está na salvação em Cristo, e não nas coisas passageiras deste mundo.

Logo no início, o hino aponta para a alegria celestial, onde os salvos adoram a Deus. Essa realidade é descrita na Bíblia:

“Depois destas coisas, olhei, e eis aqui uma grande multidão… que clamava: Salvação ao nosso Deus.” (Apocalipse 7:9-10)

A letra também contrasta os prazeres do mundo com as bênçãos eternas. O que é terreno é passageiro, mas o que vem de Deus é eterno:

“O mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” (1 João 2:17)

Outro ponto importante é a alegria em meio às dificuldades. O crente pode ter paz mesmo nas lutas:

“E os apóstolos, saindo… regozijaram-se por terem sido julgados dignos de padecer afronta pelo nome de Jesus.” (Atos 5:41)

A canção também reflete exemplos bíblicos de fé em meio às adversidades, como Paulo e Silas:

“E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus.” (Atos 16:25)

Por fim, o hino mostra que a salvação traz paz e felicidade duradoura:

“Estas coisas vos tenho dito para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa.” (João 15:11)

Assim, o hino ensina que a verdadeira felicidade está em Cristo, uma alegria que começa aqui e se completa na eternidade.

O que aprendemos com o hino A Felicidade da Salvação:

  1. A verdadeira felicidade está na salvação em Cristo
  2. As coisas deste mundo são passageiras, mas Deus é eterno
  3. É possível ter alegria mesmo em meio às dificuldades

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