Canta o grande amor de Cristo,
Sua graça e compaixão:
Num lugar tranqüilo e belo
Faz-nos eternal mansão.
Quando ao Céu nós chegarmos,
Oh! que dia de júbilo há de ser!
A Jesus daremos
Hosanas, cheios de prazer.
Somos hoje peregrinos:
Nuvens toldam nosso céu,
Mas um dia – estrada finda –
Não mais sombras, não mais véu.
Vamos ser leais, portanto,
Seja em crer, seja em servir!
Um relance lá da Glória
Atração dá ao porvir.
Eia, ao galardão depressa:
Vamos logo ao Céu chegar:
Abrem-se os portais gloriosos:
Eis Jesus a nos saudar.
Autor ou Tradutor: E.E.H Elisa E. Hewitt
*** Pode ser que tenha outro co-autor
Quem escreveu o hino 552 da Harpa?
O hino 552 da harpa é atribuído a E.E.H, Elisa E. Hewitt, escritora, poetisa e compositora norte-americana de hinos cristãos. Seu nome aparece como autora nos registros da Harpa Cristã.
Elisa E. Hewitt escreveu centenas de hinos que destacam a esperança da vida eterna, a fidelidade cristã e a alegria da salvação. Muitas de suas composições foram traduzidas para diversos idiomas e passaram a integrar importantes hinários evangélicos.
Significado do hino Quando Para o Céu Nós Formos
O hino “Quando Para o Céu Nós Formos” é um cântico de esperança que convida os cristãos a olharem além das dificuldades desta vida e contemplarem a alegria da eternidade com Cristo.
A primeira estrofe exalta o grande amor de Jesus e sua compaixão. A letra lembra que foi o próprio Cristo quem preparou uma morada eterna para aqueles que lhe pertencem.
“Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.” (João 14:2)
O refrão descreve a alegria do encontro com o Senhor. O céu é apresentado como um lugar de júbilo, onde os salvos renderão louvores a Jesus por toda a eternidade.
“Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar… e clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro.” (Apocalipse 7:9-10)
A segunda estrofe reconhece que os cristãos ainda são peregrinos neste mundo. As “nuvens” representam as lutas, tristezas e dificuldades da caminhada, mas o hino afirma que elas terão fim quando a jornada terminar.
“Amados, peço-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das concupiscências carnais.” (1 Pedro 2:11)
Outro ponto importante aparece na terceira estrofe. A esperança do céu motiva o cristão a permanecer fiel tanto na fé quanto no serviço ao Senhor. A visão da glória futura fortalece a perseverança no presente.
“Sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.” (1 Coríntios 15:58)
A última estrofe aponta para a recompensa eterna. Os portais gloriosos se abrem e Jesus recebe os seus com alegria, cumprindo a promessa feita aos que permanecem fiéis.
“Bem está, servo bom e fiel… entra no gozo do teu Senhor.” (Mateus 25:23)
Assim, o hino ensina que a esperança da eternidade fortalece o cristão durante sua peregrinação na terra. Embora existam dias difíceis, o destino final dos salvos é estar com Cristo em um lugar de alegria, paz e adoração.
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